Eu abri a Aurora com uma imagem muito clara na cabeça um lugar que fosse bonito de verdade, que as pessoas quisessem fotografar, compartilhar, voltar. Precisava mesclar o moderno com o aconchego da casa de uma vó e então me presentaram a identidade, o padrão orgânico, o verde, aquela sensação de algo vivo e sofisticado ao mesmo tempo, conseguiram capturar o que eu sentia pela Aurora sem eu precisar explicar direito.